O Portal da Conscienciologia inicia aqui uma série de posts com base no Paradigma Consciencial. Acompanhe, comente, avalie.

Na Física, as dimensões são parâmetros utilizados para descrever os fenômenos observados. Comprimento, altura e profundidade são, respectivamente, as três dimensões mais fáceis de serem percebidas por todos nós. Existe, também, pelo menos mais uma dimensão a ser considerada, o Tempo. Ele governa as propriedades de toda a matéria conhecida em qualquer ponto.

Estranhamente os conceitos de Tempo e Espaço são criações, de acordo com os físicos, de um mega evento chamado de Big Bang. Em algum momento da estória de nosso Universo, há cerca de 13,8 bilhões de anos, houve uma explosão originada de um ponto quase imperceptível, muito pequeno, mas que acolhia toda a energia necessária para criar a matéria, a gravidade, o eletromagnetismo e outras forças constitutivas daquilo que conhecemos como realidade.

Teoria do Big Bang: o Universo surge da maior explosão da história

Todo o Universo conhecido foi gerado por essa explosão sem precedentes. Em um padrão de tempo conhecido como Tempo de Planck as quatro forças da natureza foram criadas ou, melhor dizendo, produzidas. À medida em que o Big Bang, a explosão primordial, acontecia, surgiram as variáveis fundamentais para que possamos entender, do ponto de vista da ciência, as dimensões. Surgem o espaço e o tempo, que antes não existiam.

Todo esse cenário teórico da Física seria suficiente para nos dar uma grande dor de cabeça ao pensar nos detalhes dessa proposição toda. Seria impossível, por exemplo, imaginarmos a massa daquele ponto infinitesimal de onde estalou o Big Bang. Cientistas proeminentes passam a vida inteira tentando entender ou explicar o que havia antes daquele ponto de alta concentração de energia explodir. Não é difícil que em algum momento de nossas vidas questionemos o significado de tudo isto sem encontrar respostas satisfatórias.

Para entender as pessoas, a rigor, temos de sondar os bastidores extrafísicos da multidimensionalidade das consciências.

Waldo Vieira, Léxico de Ortopensatas, p. 1114

Alguns cientistas afeiçoados à Cosmologia – ramo da ciência que tem por objetivo entender o Universo e determinar qual é a sua origem – utilizam, claro, raciocínios lógicos, hipóteses e teorias científicas, longe dos conceitos míticos e religiosos. Costumam discutir, com bastante frequência, a possibilidade de que existam outras dimensões além das quatro já bastante estudadas. A conta chega a pelo menos 10 dimensões.

Além das dimensões físicas

Até aqui já temos muitas questões complexas que poderiam influir em nossos estudos a respeito da multidimensionalidade, conceito base do Paradigma Consciencial. Neste conceito a consciência se manifesta em múltiplas dimensões. Portanto, através das projeções conscientes ou experiências fora do corpo a conscin tem a oportunidade de comprovar a realidade extrafísica.

A multidimensionalidade, portanto, caracteriza-se por um número desconhecido de dimensões nas quais as consciências, projetadas fora do corpo ou dessomadas podem, sob certas circunstâncias, se deslocar. A Terra, por exemplo, possui uma paratroposfera. A Parageografia, subcampo da Extrafisicologia, é a especialidade da Conscienciologia dedicada ao estudo e descrição da paratroposfera, incluindo os acidentes parageográficos, ambientais extrafísicos e parapopulação.

Neste ambiente extrafísico convivem populações muito maiores do que as que estão hoje vivendo no mundo intrafísico na Terra. De acordo com os relatos de muitos projetores conscientes seria 9 vezes maior. Cenários, comunidades extrafísicas, ambientes diversos são plasmados pela associação dos sentimentos, energias e pensamentos (holopensene) das consciexes que se relacionam por afinidade de ideias, história e atividades.

Chamamos de paraprocedência a localidade extrafísica de onde viemos antes de nascer. É o local extrafísico onde estavam as consciências antes de ressomarem, no período intermissivo entre uma vida intrafísica e outra.

Experimente por si mesmo

O caminho da autoexperimentação é a base da metodologia de estudos e de autopesquisa de quem pretende compreender, sem as amarras do misticismo, da religião e, imagine só, da própria ciência convencional. Sim, porque a ciência convencional, institucionalizada e reconhecida em boa parte de seus princípios por governos, instituições de ensino e de pesquisa, não admite, em parte ou no todo, a existência da multidimensionalidade conforme a Conscienciologia e outros grupos admitem e estudam.

A abordagem conscienciológica de autopesquisa parte, em primeiro lugar, do Princípio da Descrença. Com base nesta premissa não somos obrigados a aceitar nenhuma descrição, ideia, conclusão, experiência, tratado, hipótese ou teoria que explique a multidimensionalidade como um dogma, doutrina ou verdade a priori. Não importa o quão confiável seja a fonte da informação! Devemos experimentar por nós mesmos e sempre que possível submeter nossas ideias e achados à comunidade consciencial. A Conscienciologia e suas instituições conscienciocêntricas possuem cursos, publicações, eventos, grupos etc dedicados a esse compartilhamento.

A autopesquisa é a metodologia que abre caminho para se entender a multidimensionalidade

Há exceções entre grupos científicos, claro. Aqui e ali surgem iniciativas de pesquisa organizada e frequente que buscam compreender melhor o que chamamos de parafenômenos. A saída para fora do corpo é um desses parafenômenos. No entanto são pesquisas ainda incipientes mas que merecem um acompanhamento crítico em nossa autopesquisa.

Complicou? Pense apenas que estudar a multidimensionalidade a partir do Paradigma Consciencial significa experimentar por conta própria através de autopesquisa alavancada, principalmente, pelas experiências fora do corpo conscientes, lúcidas, desligadas do misticismo e da religiosidade.

A multidimensionalidade consciencial é a condição inerente à consciência, seja conscin ou consciex, vivendo sempre, inevitavelmente, atuando, ao mesmo tempo, de modo consciente ou inconsciente, em “n” dimensões existenciais.

Waldo Vieira, Verbete 84, Enclopédia da Conscienciologia

Fora do corpo você pode começar a compreender, por si mesmo, como funciona e se organiza o extrafísico. Além disso perceberá uma série de condições verdadeiramente revolucionárias do ponto de vista de se estudar, compreender e experimentar as seguintes realidades:

  • Quais são os nossos corpos e paracorpos de manifestação (Holossomática).
  • Qual é a nossa base extrafísica pessoal (autoparaprocedência).
  • Os fenômeno e parafenômenos conectados com o extrafísico (Parafenomenologia).
  • O que é Reurbanização Extrafísica e o que cada um de nós tem a ver com esse evento planetário (Parageopolicotologia).
  • Que tipo de comunidades extrafísicas (comunexes) conseguimos acessar e interagir (Paracartografia).
  • Como as consciências se relacionam e interagem nos diversos rincões e camadas habitadas do extrafísico, sejam nos locais mais doentios e atrasados (Baratrosfera), sejam em comunidades extrafísicas mais evoluídas.
  • A importância dos Cursos Intermissivos que expressam a paravivência nos Campi de Estudos do extrafísico.
  • O exercício fraterno e equilibrado, cosmoético e universalista dos amparadores extrafísicos de função, auxiliares técnicos de consciências engajadas no trabalho interassistencial aprendido e aperfeiçoado nos Cursos Intermissivos.
  • Como atuam os assediadores extrafísicos, igualmente dedicados em vampirizar, influir e causar toda sorte de perturbações, articuladas ou não, entre as consciências do “lado de lá de do lado de cá”.
  • A atuação de consciências de grande calibre evolutivo e orientadoras universalistas, cosmoéticas e interassistenciais: os serenões, evoluciólogos, consciexes livres e outras. (Paraelencologia).

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