O coordenador da ASSIPI chama-se Alexandre Fernandes que é professor universitário, pesquisador em Neurociências e Psicologia, graduado em Psicologia com especialização em Psicologia Clínica, e doutorando em Psicologia Cognitiva. Português, natural de Lisboa, tenepessista e voluntário da Conscienciologia desde 1994. O mesmo concedeu entrevista para a voluntária Anália Maia, exclusiva para o Portal da Conscienciologia.

Como conheceu a Conscienciologia?

Alexandre – Senti uma espécie de atração invisível que me levou a assistir ao lançamento do livro 700 Experimentos da Conscienciologia pelo prof. Waldo Vieira em 1994 em Lisboa. A afinidade com as ideias foi imediata, o que me fez querer saber mais. Tudo estava no início, por isso participei nos primeiros cursos dados pelos pioneiros professores Mário Oliveira e António Pitaguari, tornando-me, com o seu apoio, no primeiro voluntário em Portugal.

Como foi o desenvolvimento das atividades desde então?

Alexandre – Colaborei em vários projetos e instituições conscienciológicas até que recentemente voltei, curiosamente, a ser motivado pelo o professor Mário Oliveira a integrar um novo projeto, a ASSIPI, dedicado ao desenvolvimento do parapsiquismo interassistencial. Isso aconteceu numa das nossas idas a Foz do Iguaçu em Janeiro de 2011, junto com a minha dupla evolutiva Lurdes Sá.

Qual é a sua função enquanto responsável pela ASSIPI em Portugal?

Alexandre – A ASSIPI realiza cursos em Portugal há 2 anos, atendendo já um considerável número de pessoas, pelas nossas contas, cerca de 1300. O interessante é que a partir destas atividades o interesse no voluntariado surgiu espontaneamente em algumas destas pessoas, muitas com primeiro contacto com a Conscienciologia. Isto levantou a hipótese de estarem a chegar novos intermissivistas. Naturalmente, a ideia de formar uma unidade da ASSIPI em Portugal começou a tomar forma. A nossa função é criar as condições para aceder e assistir essas consciências dinamizando o grupo que se formou entretanto, no início de Maio deste ano.

O que isso significa?

Alexandre – O foco na interassistencialidade através do parapsiquismo constitui o diferencial deste trabalho, e essa é a força motriz do grupo. Neste grupo inicial temos excelentes pessoas, muito motivadas e cheias de trafores. A nossa tarefa enquanto coordenação é que todos se tornem facilitadores evolutivos intrafísicos, aglutinando potencial consciencial de forma sinérgica, autoconscientes quanto à multidimensionalidade. Neste momento temos muitos voluntários, inúmeros projetos em andamento, entre os quais novos cursos, grupos de pesquisa e inclusive atividades de intervenção na comunidade.

Qual a sua afinidade com a temática do parapsiquismo interassistencial?

Alexandre – O desenvolvimento do parapsiquismo lúcido é uma condição imprescindível na evolução consciencial, notadamente para o alcance da desperticidade. Logo que conheci a Conscienciologia, entre 1995 e 1998, dediquei-me ao estudo do Estado Vibracional (EV), uma ferramenta evolutiva fundamental neste processo. Dei mais ênfase ao estudo da técnica e do seu uso para autodefesa energética. Mas ao longo do tempo, foi ficando claro a abrangência prática da aplicação do EV em múltiplos contextos interassistenciais. Entre outros interesses, em 2010 retomei este projeto, que se materializa agora com a criação em parceria com o prof. Mário Oliveira de um novo curso intitulado “Estado Vibracional: uma ferramenta interassistencial”.

Pode nos falar mais sobre esse curso?

Alexandre – O desenvolvimento da desperticidade é sustentada no parapsiquismo e sua utilização de forma lúcida na desassedialidade, uma componente fulcral da interassistencialidade. Se virmos só deste ponto de vista, ao fazermos uso do Estado Vibracional como procedimento de autodefesa energética, quebramos ciclos de interassedialidade. A proposta deste curso é a conscientização do uso do Estado Vibracional como uma ferramenta interassistencial para além da autodefesa energética, a exemplo, na desassim após assim terapêutica, heterodesassédio directo, assepsia de ambientes, potencialização de ortopensenes interassistenciais, heteroencapsulamento, entre muitos outros. Este curso, que será dado nos dias 17 e 18 de Janeiro de 2015 em Foz do Iguaçu, é eminentemente prático onde os participantes poderão aprender múltiplas técnicas para instalação do Estado Vibracional e experimentar diversas aplicações interassistenciais em práticas de grupo. São todos bem-vindos.

 

Alexandre Fernandes - Lurdes - Mario e Adriana
Adriana Lopes, Mário Oliveira, Alexandre Fernandes e Lurdes Sá

O foco na interassistencialidade através do parapsiquismo constitui o diferencial deste trabalho, e essa é a força motriz do grupo. Neste grupo inicial temos excelentes pessoas, muito motivadas e cheias de trafores. A nossa tarefa enquanto coordenação é que todos se tornem facilitadores evolutivos intrafísicos, aglutinando potencial consciencial de forma sinérgica, autoconscientes quanto à multidimensionalidade.

 

* Por Anália Maia.

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