Intermissão, para a Conscienciologia, é o período extrafísico da consciência ocorrido entre duas vidas intrafísicas pessoais, inserido no ciclo evolutivo multiexistencial (ressomática / dessomática), pessoal. Ou seja, a consciência, ao cumprir sua jornada evolutiva, passa por várias ressomas e dessomas. A utilidade desse processo está nos desafios constantes que a consciência enfrenta no intrafísico e no extrafísico visando o desenvolvimento evolutivo dela mesma e dos grupos aos quais faz parte.

A Intermissão, o período que a consciência passa no extrafísico, pode ser de grande produtividade pessoal e grupal ou, então, período de estagnação, dor e arrependimentos.

Ao proferir sua aula na Tertúlia 891, Intermissão, em 24 de junho de 2008, Waldo Vieira chama a atenção para a importância de se otimizar o ciclo multiexistencial. Todos nós, pondera Waldo Vieira, tivemos períodos ou ciclos multiexistenciais onde a lucidez e o discernimento ainda eram muito baixos. Numa nova condição, ou seja, quando a consciência acessa o Curso Intermissivo, recebe, da parte dos evoluciólogos, uma ampliação dos cons, ou seja, têm sua lucidez e discernimento otimizados, os cons máximos, pelo ambiente cosmoético e muito positivo dos ambientes mais evoluídos do extrafísico.

A Intermissão pode ser um tempo de profunda reflexão sobre quem somos e como somos.

Essa combinação de ambiente favorável e de ampliação da lucidez nem sempre é suficiente para que a consciência supere seus traumas, ressentimentos e outras condições patológicas que carrega durante a Intermissão. Waldo Vieira ilustra essa situação através de suas rememorações de fatos ocorridos no período de admissão de algumas consciências no curso Intermissivo. “Em uma ocasião determinada consciência chegou ao curso intermissivo e começou a recobrar as lembranças de suas vidas passadas. Daí ele pede para localizar fulana e arranjamos para isso acontecer. Entretanto, a ex-mulher chega ladeada por outros três ex-maridos e daí vocês podem imaginar a dificuldade”, comenta Waldo Vieira.

Em outra exemplificação Waldo Vieira explica que alguns intermissivistas tiveram um parasurto devido a uma “renegação” (recusa a aceitar algo, não dar valor). “A renegação ocorria quando os evoluciólogos mostravam o laço de cada, suas condições reais. Mesmo com os cons magnos (ou reacessos neossinápticos) ampliados alguns se encantoavam. Tudo isso ocorria devido, principalmente, a problemas afetivos e ao orgulho”, explica Waldo Vieira.

A pergunta mais frequente que vocês faziam para o Evoluciólogo era a seguinte: há quantas vidas tenho esse megatrafar?

Waldo Vieira, Tertúlia 891, Intermissão

Por outro lado o processo de autopesquisa na intermissão, a pesquisa sobre si mesmo baseada em fatos, transforma a pessoa e a ajuda a se posicionar. “Esse assunto ajuda a resolver uma das perguntas mais sérias da filosofia: de onde vim e para onde vou”.

E mais: Waldo Vieira destaca o papel fundamental dos orientadores evolutivos que entravam em cena “para meter o dedo na ferida”. Alguns de nós, destaca, não sabia nada sobre evoluciólogos e acabaram descobrindo essa função no Curso Intermissivo.

A Tertúlia Intermissão teve como propósito trabalhar a função e importância do ciclo mediado pelo Curso Intermissivo na correção de rumos, no início de autopesquisa de alto nível, da chamada à responsabilidade cosmoética, ao esbregue dos evoluciólogos para chamar a atenção de todos diante de megatrafares que precisavam ser enfrentados tudo isto visando a desperticidade, a reurbanização extrafísica e a evolução consciente.

Aprenda + e responda aos questionamentos sobre a Intermissão
  • Você já parou para refletir sobre como deve ter sido sua última intermissão? Repare nas pistas que os seus traços força e traços fardo fornecem para você entender sobre sua condição evolutiva hoje.
  • Você tem algum tipo de recordação do Curso Intermissivo?
  • Que esforços você tem feito para aproveitar ao máximo esse momento evolutivo singular quando pode acessar a Conscienciologia e acelerar sua aprendizagem multidimensional?
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