A mágoa e o ressentimento são estados emocionais patológicos de descontentamento, motivados pelo sentimento de injustiça ou desgosto sofrido.

Cultivar a amargura, o desejo de vingança ou a tristeza é aprisionador.

Se alguém fez ou deixou de fazer algo que trouxe sofrimento, cabe a decisão pessoal de permitir que a dor se eternize ou não.

O sentimento de vitimização pessoal à sombra dos acontecimentos é tanto tóxico energeticamente, quanto limitador consciencial.

Há duas escolhas: aprender com os fatos ou viver na posição de autovitimização. Para aprender é necessário a vontade e a coragem para realizar mudanças pensênicas e intraconscienciais.

Viver no passado é manter memórias dolorosas, reviver emoções patológicas e recusar a aquisição de novos conhecimentos.

A autopesquisa é a chave da reciclagem intraconsciencial (recins) que leva a consciência a alcançar neopatamares de maturidade evolutiva e vislumbrar a possibilidade de conquistar atitudes autodiscernidas, universalistas e cosmovisiológicas.

O ato de olhar a própria realidade permite abrir mão de ilusões, adotando condutas antiqueixas e enfrentando situações difíceis com o consequente aumento da resiliência, ultrapassando gargalos pessoais através da automotivação, autoconfiança e a gratificação íntima das escolhas pessoais mais assertivas.

Neste contexto, a necessidade do perdão proporciona transformações na realidade consciencial. Querer aplicar o perdão na vida é indispensável para a autossuperação de mágoas e ressentimentos aprisionantes.

Assim, o atilamento pessoal nas decisões potencializa a retomada da dinâmica evolutiva pessoal e a interassistência em todos os níveis, seja intrafísico ou extrafísico. A autoimperdoabilidade e o heteroperdão dissolvem interprisões grupocármicas e aceleram recins visando à ascensão evolutiva.

A prática do perdão influi positivamente no holossoma, na automotivação da consciência lúcida, possibilitando a manutenção e a persistência de comportamentos paraterapêuticos, ao controlar ansiedades e frustrações no convívio grupal, principalmente se a consciência empregar diuturnamente o princípio do perdão antecipado a todos.

Ao leitor interessado na autolibertação através do perdão incondicional a todas as consciências, fica o convite ao emprego da autopesquisa, enquanto amadurecimento pessoal e, consequentemente, coletivo.

 

 

A opção   cosmoética do   perdão por meio da

intercompreensão e da interassistencialidade,

busca a reconciliação grupocármica, amplia a

autolucidez e possibilita a evolução consciencial.

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Vera Stefanello. Graduada em Direito e Pedagogia, Especialista em Educação Especial e Alfabetização; brasileira, natural de Santa Maria, RS; Servidora Pública na Secretaria Municipal da Educação de Foz do Iguaçu, voluntária da Conscienciologia desde março de 2011, tenepessista desde junho de 2012, professora da Conscienciologia desde 2013, Coordenadora de Eventos da Pré-IC Cosmoethos, voluntária da Consecutivos no Técnico-Científico.

 

 

* Por Vera Stefanello.

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