Marco Almeida, Epicon e voluntário da OIC, aborda a afetividade interassistencial em seus mais variados tons e possibilidades na próxima edição deste domingo, dia 5 de julho, da Ação Integrada CCCI.

De acordo com Wanderley Codo e Andréa Gazotti afetividade é o “conjunto de fenômenos psíquicos que se manifestam sob a forma de emoções,
sentimentos e paixões, acompanhados sempre de impressão de dor ou prazer,
de satisfação ou insatisfação, de agrado ou desagrado, de alegria ou de tristeza” 1.

A manifestação do afeto, portanto, pode ser feita de modo homeostático, a exemplo daquela afetividade que se direciona para a interassistencialidade, ou danosa, como no caso da manifestação egóica. Nas palavras de Marco Almeida “o estudo técnico do universo da afetividade pessoal é muito importante para o intermissivista”.

O tema é relevante em tempos em que o voluntário da Conscienciologia precisa, constantemente, rever suas formas e tons de afetividade na busca do aperfeiçoamento evolutivo. E ainda, a para-afetividade é outra ação e modo de manifestação em que devemos investir nossas energias para que tudo ocorra no modo homeostático, cosmoético e interassistencial.

Quer saber mais sobre o tema? Basta se inscrever no curso EaD Tonalidades de Afeto Interassistencial que acontece neste domingo, dia 5 de julho, das 14h30 às 17h30. O link da inscrição está no site do CEAEC.

1 CODO, W. & GAZZOTTI, A. A. Trabalho e Afetividade. In: CODO, W. (coord.) Educação, Carinho e Trabalho. Petrópolis-RJ:Vozes, 1999.

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