Com o epicentrismo de Luis Gonçalves acompanhamos a Tertúlia Matinal deste domingo, 19 de janeiro, no Tertuliarium. O tema foi “Desafios da Paradiplomacia” e o expositor explicou muito bem a questão. A diplomacia multidimensional, ou Paradiplomacia, é muito mais abrangente que a diplomacia que costumamos ver em prática nas embaixadas, consulados e organismos como a ONU. A diplomacia convencional, na verdade, recebe influência benéfica e assistencial das equipes extrafísicas de Paradiplomacia. Estas equipes multidimensionais têm maior visão de conjunto, entendem da holobiografia dos mais variados grupos, povos e nações, além de agirem com o objetivo universalista da construção de um Estado Mundial.

Mas onde estão os paradiplomatas? Alguns convivem conosco atuando de modo paradiplomático aqui e agora, em prol deste Estado Mundial e da reurbanização extrafísica dentro de um holopensene universalista, cosmoético. Outros fazem parte de equipes extrafísicas e atuam de modo mais amplo e global.

Luis Gonçalves reafirmou a importância do processo paradiplomático no âmbito da Conscienciologia. Em sua opinião a busca de consensos não significa o sacrifício de certos limites intransponíveis. Para ele o limite de concessões em qualquer negociação paradiplomática é o limite do Paradigma Consciencial.

A medida é ao mesmo tempo singela mas extremamente importante. Todas nossas discussões, demandas, debates e concessões grupais passam pelo crivo desta referência. “É preciso atuar com leveza e universalismo, acolhendo as ideias diferentes, discordando aqui e ali, mas sempre mantendo a referência paradigmática a que nos comprometemos no Curso Intermissivo”, explica Gonçalves.

O clima foi de muita alegria, debate aberto e muita fraternidade. O Evento faz parte da programação de comemoração dos 15 anos da UNICIN.

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