Em 5 de agosto de 2008 Waldo Vieira falou sobre o Amparador Extrafísico no Verbete 927 das Tertúlias diárias. Foi no período em que as aulas eram dadas no salão anexo ao restaurante do CEAEC e, é claro, o espaço era pequeno para a audiência que se espremia e prestava atenção redobrada a tudo o que se falava.

O tema é muito significativo no âmbito da Conscienciologia pois se refere ao processo da interassistencialidade, da atenção especializada de nossos colegas do extrafísico que nos ajudam, amparam e muitas vezes nos inspiram para que possamos cumprir nossos projetos e programações existenciais, a proéxis, e obter o completismo existencial, a compléxis. Tudo isto dentro do princípio de que se “faça o melhor para todos” em um contexto em que somos minipeças de um maximecanismo megafraterno do Cosmos.

Um desses “sortudos” presentes era Adélio Conter, gaúcho, profissional de TI, voluntário da UNICIN (CIT e Conselho de ECs). Ele fez uma série de anotações na época que compartilhou conosco para a elaboração deste post.

Adélio Conter participou da Tertúlia 927 em 2008.

Adélio Conter destaca uma fala de Waldo Vieira na Tertúlia em que faz uma associação entre a ideia de acesso à parapsicoteca, que representa uma forma de generalização, uma coleção de detalhes dentro de uma visão de conjunto mais ampla e o conceito de experimentoteca que é o acervo de experiências teáticas do pesquisador parapsíquico que acessa, por exemplo, as informações da multidimensionalidade. A chave dessa associação está no uso exaustivo de técnicas de autopesquisa baseadas no detalhismo, na percepção das nuanças, próprias da experimentação daquele que trabalha com interassistencialidade. “O amparador nos mostra cada vez mais sutilezas à medida em que nós prestamos atenção ao que experimentamos. A especialização produzida pela experimentoteca tem a ver com o detalhismo e as sutilezas que captamos na parapsicoteca”, explica Conter.

Durante a Tertúlia Waldo Vieira foi questionado se o trabalho do amparador extrafísico seria o máximo da interassistencialidade. “Waldo respondeu que a Ofiex, naquele momento, era a coisa mais séria nesta área porque diz respeito não somente ao assistido mas também ao assistente. É um processo intrincado de assistência”, explica Conter. Ofiex é um neologismo acronímico para oficina extrafísica pesquisado pela Assistenciologia. É um espaço multidimensional em que o praticante da Tenepes que está há um longo tempo atuando na tarefa energética diária, avança em sua atividade de atendimento às consciências em parceria com os amparadores na direção de um atendimento maior, mais amplo, ou seja, a Oficina Extrafísica.

Adélio Conter destacou, ainda, que na religião pode até existir processo de amparo, mas de guia cego. “Não vai ter amparador extrafísico técnico. Nós mesmos em outras vidas fomos guias cegos. E agora começamos a melhorar para nos tornarmos amparadores”, finalizou.

Compartilhe:

Jair Rangel nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. É jornalista e doutor em Comunicação pela UFRJ. Coordena o Conselho de Intercomunicação da UNICIN. É voluntário e tenepessista da Conscienciologia desde 2015. Contato: intercomunicacao@unicin.org